Hoje, prezo o presente do indicativo. No futuro do presente, mantenho um olho aberto. E guardo no baú das memórias o pretérito perfeito.
Com palavras, construo não só minhas fantasias, meus sonhos, mas minha vida, esse livro aberto. Com palavras, tento seduzir, envolver, hipnotizar. Falo de um tudo – sou fútil, útil, necessária.
Teorizo, mais para organizar minhas ideias do que para julgar ou encaixotar. Assim, sigo – não em linha reta, mas em espirais ascedentes. O topo, minha meta.

