Olha ao teu redor: observa!⠀⠀

O que vês?

Quais os sons, os cheiros, os rostos, as construções… qual a cor predominante?

Agora, fecha os olhos e recria essa cena na tua mente.

O qual próxima ela é do real? O que tem de diferente?

Esse pode ser um exercício lúdico para despertar o teu poder de observação.

🔸 Que tal experimenta-lo por uma semana e contar-me o resultado?

Como contar histórias?

🔺 Contar uma história é como costurar palavras, alinhavar fatos, ideias, conceitos – um ponto depois do outro!
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1) Sê simples e direto.
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2) Prefere tu as frases curtas.
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3) Preocupa-te em construir algo com começo, meio e fim.
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4) Atenção à clareza! Pergunta-te: o que Eu quero dizer, afinal?

🔺 Lê mais histórias!

Quando lemos, nos transportamos para outros mundos. Instigamos nossa imaginação para reconstruir as cenas lidas, ampliamos nosso repertório de palavras, “experimentamos” (ainda que de leve!) as mesmas sensações dos personagens, exercitamos a empatia. Uau! Só temos a ganhar. Quando terminamos a leitura de um livro, somos outra pessoa.
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Use isso a teu favor. E diverte-te no processo!

🔺 Ouve mais histórias!

Todos os dias, muitas pessoas passam por nós – às vezes, dizem apenas um olá, um bom dia… noutras, compartilham connosco fragmentos de histórias, pedacinhos de suas vidas. Ao prestarmos atenção no que elas dizem-nos, aprendemos mais, cultivamos a empatia, alegramos o dia do outro.
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Sê generoso: ouve mais!

Ui, deu branco.

🗒 A página está ali, limpinha, a esperar qualquer coisa… ou pior: o ecrã a piscar aquela luz fria.

E então, a pessoa vê-se tramada! 😬

🙌 Guarda está dica para a próxima vez em que isso acontecer: não fique sentada na frente do computador, com aquela cara de interrogação, sem noção do que escrever, como e por onde começar, ou a esperar uma centelha de inspiração. Sai já daí!

Vai tomar um duche.
Dá uma caminhada.
Pega um café.

Faz uma pausa e não te cobres tanto. Acontece!

Daqui a pouco, uma ideia surge.

E tu, tens alguma dica para acabar com a “maldição da folha em branco”?

Roube como um artista

Original ou uma cópia?

Há quem diga que nada se cria, tudo se copia #ditopopular

Bem, prefiro as inspirações: um novo olhar sobre a coisa, o meu toque pessoal, o meu jeito de fazer…

Pensa assim: num mar de mesmice, o original se destaca. E é isso o que buscamos, não?

Não se compare. Mas Inspire-se em múltiplas fontes, faz um mix e dá lá o teu toque pessoal.

Essa é uma dica do #RoubeComoUmArtista que vale levar pra vida.

Cartas para ti mesmo. Mas podemos modernizar: um email para ti próprio.

Uma dica de escrita criativa é escrever cartas pra ti mesmo. O princípio é igual ao do diário: tu escreves, ninguém mais lê, e assim pratica a escrita sem cobranças. O “plus a mais” é que as duas técnicas funcionam como escrita terapêutica também. Ou seja: têm o bónus do autoconhecimento ❤️

Tu podes escrever a carta no papel, lacrar o envelope, assinalar em que data ela deverá ser aberta e guardá-la numa caixa. (É bom um certo autocontrole para não abrir a carta antes do tempo!)

OU…

Usar o site FUTUREME.ORG e mandar pra ti mesmo as mensagens por e-mail. Tu programas no site a data em que desejas recebê-lo e por lá mesmo podes dar um reply pro teu “eu” do passado.

Conheço o site desde 2009, quando num rompante escrevi um e-mail pra Bia de 2029!!! 😳

Esqueci-me do site por completo, até redescobri-lo em 2015, quando passei a escrever e-mails anuais, sempre no dia 31 de dezembro.

Receber e reler os e-mails é emocionante, os responder é ainda mais gratificante. (Percebes porque fiquei super emocionada?!)

❤️ Essa é uma dica que vale por muitas, porque a escrita de “uma carta pra ti” carrega tanto poder, tanta emoção, que a vejo como um presente. É sério, não estou a exagerar! Escreve a carta, e depois que a receber, vais perceber o que digo. E se te lembrares, me conta!

Rotina X Disciplina X Criatividade

Segunda-feira, por aqui, a rotina volta a todo o vapor. Aí é assim também?

Rotina é disciplina, fundamental para escrever. Mas, paradoxalmente, é mesmice, o que soterra a nossa criatividade. 🤭

O que fazer?!

Uma dica (na verdade, é o que eu faço e resulta!): acha um tempo na tua agenda para quebrar essa rotina, e dar espaço para o inusitado, para o diferente, o “do momento”. Pode ser um caminho novo para aquele mesmo lugar que sempre vais, seja um prato diferente no restaurante rotineiro, o Spotify ligado numa rádio criada a partir de algo que gostes, uma revista que nunca leste antes, na espera no consultório. Qualquer pequena alteração na rotina já vale.

Tens alguma estratégia para trazer algo de novo para o teu dia a dia? Conta pra mim!