Vamos planear nosso conteúdo de Social Media? Vem comigo!

Desde 2010, eu sempre organizo o conteúdo dos meus clientes em calendários. Cheguei a antecipar 60 dias de conteúdo: haja criatividade para fazer 120 posts num só dia!

Enquanto isso, eu mantinha as minhas postagens no Instagram e no Facebook feitas em real time, sempre com foco no pessoal, com pouquíssimas dicas de trabalho. Shame on me!

Já estava mais do que na hora de mudar isso aí…

Bem, para marcar esta nova fase, fiz um Planner de Conteúdo (um arquivo pdf que podes usar no teu computador ou imprimir).

E durante a primeira quinzena de janeiro, estarei à disposição para conversar sobre o planeamento, elucidar tuas dúvidas e trocar ideias. 😉

Além dessas, o planner tem outras páginas para que tu mergulhes no teu conteúdo e possas organizar melhor tuas postagens.

Quer baixar o planner? Ele está completinho no próximo post 😉

Uma curiosidade

A Ginko Biloba que enfeita nosso planner é uma árvore considerada um fóssil vivo, na terra desde os tempos jurássicos! Conhecida por resistir à bomba de Hiroshima, é símbolo de longevidade, esperança, superação, paz e beleza.

Além disso, há uma divertida superstição: se tu conseguires apanhar uma folha de Ginko Biloba a cair da árvore, ainda no ar, sem ter tocado o chão, terás prosperidade para a vida toda! <3

Beijinhos grandes e bom 2021!

Dica de “ritual” de preparação para o ano-novo

Aperta o play!

Separa um tempo pra ti. Pode ser pela manhã, em um intervalo no meio da tarde, ou à noite, quem sabe no jantar? Faz uma lista com três coisas boas que te aconteceram durante o dia – um bom dia que recebeste, um sorriso no meio do caminho, uma sensação agradável, um elogio ou uma boa notícia: aqui, todos os pequeninos e simples acontecimentos diários têm seu valor.

Repete isso, pelo menos, pelos próximos sete dias. Observa como fica cada vez mais fácil “achar” essas boas coisas… e que outras sensações e sentimentos esse pequeno exercício de gratidão desperta-te?

?‍♂️Não tem nada de “mágico” ou esotérico neste ritual. ? A ciência comprova que focar nas coisas boas ancora a nossa mente o que Shawn Achor chama de “Efeito Tetris Positivo”.

? Shawn traz essa e outras técnicas interessantes, além de muitas pesquisas na área da Psicologia Positiva, no seu livro Happiness Advantage (O Jeito Harvard de Ser Feliz, traduzido para o português por Cristina Yamagami, e editado pela Saraiva).

? Agora, preciso confessar um preconceito meu: se não fosse a Livia a recomendar este livro, talvez eu nunca o tivesse escolhido como leitura de encerramento do meu ano. ? Eu sei, eu sei… parece livro cliché de auto-ajuda. ? Mas, vê lá, qual o problema da auto-ajuda, afinal? Se não fizermos por nós mesmos, estamos tramados!

? Então, deixa o preconceito de lado e faz o exercício. Felicidade, como tudo na vida, é prática diária. Depois conta-me sobre tuas impressões.

Vamos a isso? ?

Foto-metáfora

O céu cinza de Lisboa, num dia frio do comecinho do inverno (dia 22/12/2020)

Adoro o céu quando misturado com verdes e azuis. Mas também quando em tons acizentados. São emoções e sensações diferentes, nem sempre antagónicas.

Acho que é minha foto-metáfora predileta: cabeça nas nuvens, raízes fortalecidas em solo firme.

Céu e terra com suas dualidades complementares, pedacinhos de mim.

Sei que tenho algo de “louca”, mas também sei que percebes o que digo, não é mesmo?

E a tua foto-metáfora, qual é?

A gratidão

Já é fato comprovado: o sentimento de gratidão abre um mundo de possibilidades. É incrível como ficamos mais leves, mais dispostos, mais vibrantes.

E sintonizados nesta vibração, nos tornamos mais criativos!

? Eu sou grata por poder compartilhar o pouco que sei contigo, daí deste lado. ?

E tu, pessoa, pelo que és grata?

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Olha ao teu redor: observa!⠀⠀

O que vês?

Quais os sons, os cheiros, os rostos, as construções… qual a cor predominante?

Agora, fecha os olhos e recria essa cena na tua mente.

O qual próxima ela é do real? O que tem de diferente?

Esse pode ser um exercício lúdico para despertar o teu poder de observação.

? Que tal experimenta-lo por uma semana e contar-me o resultado?

Como contar histórias?

? Contar uma história é como costurar palavras, alinhavar fatos, ideias, conceitos – um ponto depois do outro!
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1) Sê simples e direto.
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2) Prefere tu as frases curtas.
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3) Preocupa-te em construir algo com começo, meio e fim.
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4) Atenção à clareza! Pergunta-te: o que Eu quero dizer, afinal?

? Lê mais histórias!

Quando lemos, nos transportamos para outros mundos. Instigamos nossa imaginação para reconstruir as cenas lidas, ampliamos nosso repertório de palavras, “experimentamos” (ainda que de leve!) as mesmas sensações dos personagens, exercitamos a empatia. Uau! Só temos a ganhar. Quando terminamos a leitura de um livro, somos outra pessoa.
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Use isso a teu favor. E diverte-te no processo!

? Ouve mais histórias!

Todos os dias, muitas pessoas passam por nós – às vezes, dizem apenas um olá, um bom dia… noutras, compartilham connosco fragmentos de histórias, pedacinhos de suas vidas. Ao prestarmos atenção no que elas dizem-nos, aprendemos mais, cultivamos a empatia, alegramos o dia do outro.
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Sê generoso: ouve mais!

Ui, deu branco.

? A página está ali, limpinha, a esperar qualquer coisa… ou pior: o ecrã a piscar aquela luz fria.

E então, a pessoa vê-se tramada! ?

? Guarda está dica para a próxima vez em que isso acontecer: não fique sentada na frente do computador, com aquela cara de interrogação, sem noção do que escrever, como e por onde começar, ou a esperar uma centelha de inspiração. Sai já daí!

Vai tomar um duche.
Dá uma caminhada.
Pega um café.

Faz uma pausa e não te cobres tanto. Acontece!

Daqui a pouco, uma ideia surge.

E tu, tens alguma dica para acabar com a “maldição da folha em branco”?

Como tu estudas?

Uma das minhas estratégias é marcar os textos com cores diferentes para depois, quando precisar, eu bater o olho e a informação “saltar” da página. ?

E a tua estratégia infalível, qual é? Conta aqui pra mim, vá… ?

Expressa-te e sê verdadeiro.

Cada um de nós tem um jeito diferente de se expressar.

Criatividade pode ser entendida* como a produção de uma novidade por meio de elementos já existentes…

Ou como um processo de crescimento, devir, mudança.

A primeira definição postula o mundo como um conjunto de partes distintas; o segundo, como um movimento ou fluxo contínuo.

* Belíssima definição dos antropólogos Elizabeth Hallan e Tim Ingold, em Creativity and Cultural Improvisation.

? Eu escolho o fluxo contínuo… e tu? ?

Roube como um artista

Original ou uma cópia?

Há quem diga que nada se cria, tudo se copia #ditopopular

Bem, prefiro as inspirações: um novo olhar sobre a coisa, o meu toque pessoal, o meu jeito de fazer…

Pensa assim: num mar de mesmice, o original se destaca. E é isso o que buscamos, não?

Não se compare. Mas Inspire-se em múltiplas fontes, faz um mix e dá lá o teu toque pessoal.

Essa é uma dica do #RoubeComoUmArtista que vale levar pra vida.

Ajuste de rota

Dezembro é o mês de ajuste de rota, por aqui. ?

E tu, me conta, como e quando fazes os ajustes necessários das tuas metas?

Cartas para ti mesmo. Mas podemos modernizar: um email para ti próprio.

Uma dica de escrita criativa é escrever cartas pra ti mesmo. O princípio é igual ao do diário: tu escreves, ninguém mais lê, e assim pratica a escrita sem cobranças. O “plus a mais” é que as duas técnicas funcionam como escrita terapêutica também. Ou seja: têm o bónus do autoconhecimento ❤️

Tu podes escrever a carta no papel, lacrar o envelope, assinalar em que data ela deverá ser aberta e guardá-la numa caixa. (É bom um certo autocontrole para não abrir a carta antes do tempo!)

OU…

Usar o site FUTUREME.ORG e mandar pra ti mesmo as mensagens por e-mail. Tu programas no site a data em que desejas recebê-lo e por lá mesmo podes dar um reply pro teu “eu” do passado.

Conheço o site desde 2009, quando num rompante escrevi um e-mail pra Bia de 2029!!! ?

Esqueci-me do site por completo, até redescobri-lo em 2015, quando passei a escrever e-mails anuais, sempre no dia 31 de dezembro.

Receber e reler os e-mails é emocionante, os responder é ainda mais gratificante. (Percebes porque fiquei super emocionada?!)

❤️ Essa é uma dica que vale por muitas, porque a escrita de “uma carta pra ti” carrega tanto poder, tanta emoção, que a vejo como um presente. É sério, não estou a exagerar! Escreve a carta, e depois que a receber, vais perceber o que digo. E se te lembrares, me conta!

Rotina X Disciplina X Criatividade

Segunda-feira, por aqui, a rotina volta a todo o vapor. Aí é assim também?

Rotina é disciplina, fundamental para escrever. Mas, paradoxalmente, é mesmice, o que soterra a nossa criatividade. ?

O que fazer?!

Uma dica (na verdade, é o que eu faço e resulta!): acha um tempo na tua agenda para quebrar essa rotina, e dar espaço para o inusitado, para o diferente, o “do momento”. Pode ser um caminho novo para aquele mesmo lugar que sempre vais, seja um prato diferente no restaurante rotineiro, o Spotify ligado numa rádio criada a partir de algo que gostes, uma revista que nunca leste antes, na espera no consultório. Qualquer pequena alteração na rotina já vale.

Tens alguma estratégia para trazer algo de novo para o teu dia a dia? Conta pra mim! 

A velha deslumbrada

João, aquele bebezito linducho, agora é um adolescente chato e implicante. (Eu o amo na mesma, fazer o quê?).

Foi ele quem disse, outro dia (ontem!) que sou uma velha que parece ter descoberto a mídias sociais há pouco e usa todos os filtros do Instagram ao mesmo tempo.

Aproveitei para contar que participava das salas de bate-papo quando a internet ainda era discada, que fiz meu primeiro blog no fim do século passado, que em 2005 cuidava de uma comunidade no Orkut, que reclamava que nenhum amigo usava o Twitter (fiz amigos incríveis por lá!), que já fiz arquitetura da informação para os sites da Ipiranga e da Oi… ou seja, uma dinossaura que já andava por aqui quando tudo isso era mato.

Neste percurso, encontrei pessoas maravilhosas, fiz amigos, influenciei pessoas e fui influenciada pelos melhores! Em nossos encontros, discutíamos o futuro da web.

Então, filhote, saiba que a mãe pode parecer uma velhota deslumbrada (porque sou mesmo). Quero ser eternamente deslumbrada pelas fantásticas possibilidades deste admirável mundo novo.

E que eu possa passar adiante um pouquinho que seja deste meu maravilhamento. ?

Perguntas que nos ajudam na hora de escrever

Estou fixada nesta coisa do CINCO 5️⃣ mas essa dica que eu aprendi há quase 30 anos, quando fiz algumas cadeiras de jornalismo, no curso de Comunicação Social, é tão importante, que abri uma excessão – por isso a brincadeira do 5+1…

? A dica de hoje traz as seis perguntas fundamentais do texto jornalístico. Elas compõem o lead, ou melhor, a primeira e mais importante parte da matéria, e têm a função de atrair e conduzir o leitor pelo texto.

❌Não confundir com o Lead, do Marketing Digital, que é o nome usado para aquelas pessoas estão dois passos mais adiantadas na jornada de compras: de desconhecidos > a visitante > a leads > a consumidores > a promotores (mas isso é outra história!) ❌

➡️ Voltemos ao lead jornalístico! Se o nosso texto responder a essas seis perguntas, ele estará completo:

Apesar do lead ser típico do jornalismo, essas seis perguntas garantem uma boa história até para a ficção! A importância de cada uma delas vai depender do objetivo da comunicação. E uma vez respondidas, nos fornecem a base consistente para o nosso texto. 

Então, achas que assim fica mais fácil começar a escrever? ?

Desafio de escrita #1

O mapa, a máquina fotográfica e o cogumelo

Escolhi 3 dados aleatoriamente, para ilustrar um post… acabou por virar um desafio de escrita!

Naquela tarde, sai para uma caminhada despretensiosa. Escolhi caminhos aleatórios, para conhecer melhor a região. O céu azul, o vento fresco de outono, folhas estaladiças pelo chão… Foi o cheiro de mato que me guiou até um bosque próximo, logo depois do parque, a alguns metros da minha rua. Por ser em uma direção oposta a que tomo todos os dias, aquele lugar era completamente novo pra mim.

Distraída, segui pela trilha aberta por outros passos, e quando dei por mim já estava a vaguear por entre as árvores. O sol fraco trespassava os galhos e emprestava um brilho diferente às folhas amareladas pela estação. Pequenos insetos voadores cruzavam meu caminho e o barulho da cidade ficava cada vez mais distante.

Gosto de caminhar para pensar. Assim consigo me desligar das questões do dia a dia. É um processo de descolamento da realidade, e ao mesmo tempo, um mergulho no meu eu-interior.

O bosque não era muito denso, o que permitia que eu mantivesse o parque sob o olhar, a alguns metros de distância. Apesar de estar sozinha em um local até então desconhecido, não sentia medo, mas a liberdade de estar na natureza.

Parei, observei ao redor, e foquei a atenção em uma das maiores árvores dali. Não muito grande, mas o suficiente para se destacar. Ainda não tinha perdido todas as suas folhas, mas anunciava que o outono já ia ao meio. No chão, muitas folhas de múltiplos tons, do amarelo ao castanho. Mas algo em seu tronco gritava por atenção, prendendo o meu olhar: os mais estranhos cogulemos que já vi salpicavam o tronco da árvore como degraus, subindo em círculos, e conferiam ao momento uma atmosfera mágica, extranatural, quase a retirar aquele lugar do mapa real, e transportá-lo para alguma terra mítica, fantástica das histórias infantis.

Sorte a minha que os telemóveis há tempos são verdadeiras máquinas fotográficas, com suas lentes XPTO. Saquei uma foto, com medo de que aquele instante se perdesse na minha memória. Depois de retornar a casa, esta tarde seria história, e as preocupações quotidianas seguiriam seu curso. Entretanto, aquela cena estaria ali, impressa, emoldurada na parede, como um portal pronto a me levar de volta aquele tempo quimérico.

Inventar histórias é um jogo divertido

Esquece aquela visão do escritor solitário em sua cabana, isolado de tudo e de todos enquanto escreve o livro da sua vida.

Essa cena romântica, clichê de filmes de hollywood, só serve se for para passarmos o tempo na frente da TV, porque na prática, ela pouco ou quase nada nos ajuda na hora em que nós nos sentamos para escrever as nossas histórias. Talvez ela até nos bloqueie – não somos tão bons quanto a personagem, não podemos nos isolar ou quem tem uma cabana charmosa daquelas?

Escrever pode ser difícil – trabalhos académicos, muitas vezes, são como um parto de elefante! Criar textos para clientes pode ser uma tarefa complexa. Lidar com criatividade, técnica e prazos é sempre desafiador.

Mas aqui eu quero concentrar-me nas histórias escritas por gosto, daquelas onde soltamos a imaginação, sem pressa ou controle, sem prazo ou expectativas. Um exercício livre da nossa criatividade (acredite: todos nós somos criativos!).

Então, se tu sentes alguma dificuldade para criar histórias, fantasiar e te divertir no processo, eu sugiro um jogo diferente, que pode ser jogado sozinho ou com a família e amigos: Rory’s Story Cubes (www.storycubes.com). São caixinhas temáticas com 9 com pictogramas em suas faces, totalizando 54 dicas para construir a sua história.

Tenho a caixinha Voyages, e os dados indicam sempre uma grande aventura!

As únicas regras são: começar com “era uma vez” e conectar todos os pictogramas ao criar a sua narrativa.

Tu podes usar três dados para cada parte do enredo – começo, meio e fim. Nas caixinhas, outras dicas de como usar os dados.

Há no mercado, outras opções, até em versão digital, na tua loja de apps preferida.

E tu, diz-me, já conheces alguma?

Five Minute Journal: conheces?

Escrever um diário é ótimo para nosso autoconhecimento, além de ajudar a destravar a nossa escrita. Há várias técnicas. No post anterior, falei da técnicas das 5 páginas . Agora, trago a do Five Minute Journal, que estabelece uma rotina de escrita pela manhã e ao fim do dia, e assim direciona o teu foco para as coisas boas que te acontecem.

Rotina matinal: ao despertar, logo nos primeiros momentos do teu dia, responda três às primeiras perguntas (enumere 3 respostas para as duas primeiras).

Rotina noturna: antes de dormir, deixa que as perguntas (as duas últimas, dos cards pretos) guiem-te numa reflexão sobre tuas experiências positivas daquele dia e pensa em como criar um amanhã mais gratificante para ti.

Se tu usas alguma técnica diferente, comenta aqui pra eu conhecê-la!

Escrita criativa: as 5 páginas

Aprendi há muitos anos, uma técnica de escrita de diário que além de ser ótima para autoconhecimento, nos ajuda a destravar nossa escrita criativa.

Lembrei-me desta técnica por conta de uma enquete que fiz no meu perfil do Instagram – @biattrix – queria saber quais as dúvidas que as pessoas tinha sobre escrita criativa. Uma das perguntas foi justamente sobre a técnica do Five Minute Journal. Como usei os stories para respondê-la, acabei por compilar tudo em um vídeo que deixei no meu IGTV.

Agora, aproveito para trazer o vídeo para cá, assim ele terá vida longa e estará mais acessível.

Vídeo gravado e publicado, originalmente, no Instagram (por isso está na vertical!)

Se tiveres alguma dúvida, quiseres partilhar tua experiência ou fazer um comentário, não sê tímido, será muito bom trocar contigo!

Sobre falar, sobre usar sua voz para comunicar

Muitos dos meus colegas (e não só eles) não gostam de falar em público. A timidez atrapalha e o desconforto acaba por roubar-lhes o prazer da comunicação. A falta de autoconfiança, e o medo do julgamento também são questões a serem consideradas.

Falar em público é inevitável. Precisamos apresentar e defender nossos trabalhos na universidade. Temos de expor nossas ideias acerca de um projeto em uma reunião de negócios. Muitas vezes vamos vender nosso trabalho para possíveis clientes. Então, quanto melhor falarmos, mais chances de sucesso nessas pequenas tarefas teremos.

Photo by Headway on Unsplash

O bom que falar em público é uma habilidade que aprendemos e desenvolvemos como quaisquer outras. É prática. E temos à disposição inúmeras técnicas para ajudar-nos.

Esta não é a minha área de excelência, mas gostava de ajudar neste processo de mudança,

Compartilho dois dos vídeos que me ajudam a falar melhor – é um processo e eu estou a aprender, a melhorar. Espero que eles também lhes ajudem.

E se precisarem conversar, trocar algumas dicas, estou aqui. 😉