Clube dos Contos

Clichê é dizer o óbvio: mas o óbvio precisa ser dito.

Quem conta um conta acrescenta um ponto.

Diz o dito popular que quem passa a história pra frente aumenta um fato, elabora o conto à sua maneira. É porque nós, os humanos, adoramos contar histórias. Desde os tempos imemoriais, ao lado do fogo, contamos o que nos acontece, inventamos narrativas, damos o nosso toque pessoal naquilo que falamos, e escrevemos. 

Se somos assim, porque tantos de nós insistem em dizer que não “sabem”escrever? Claro, muitos sabem das letras, das palavras, das sentenças, mas refreiam o ato de escrever – que se tornou complicado, angustiante, penoso. Perdemos o prazer de escrever, ou sequer um dia o tivemos; tal gosto ficou lá atrás, ou foi reprimido nos anos de escola (a redação era temida? Ou passou a ser depois de “gente grande”?).

O Clube dos Contos é um espaço para tentativa e erro, retomada do prazer e construção do hábito de escrever.


Escreva as tuas histórias

Separa papel e caneta, ou abre teu portátil: está na hora de escrever as tuas histórias, sejam elas verdadeiras ou não.

Quem conta um conto aumenta um ponto

Escrever traz muitos benefícios: são pontos pra vida!

Saber se comunicar bem é super importante, saber colocar tuas ideias no papel, de forma coesa e acessível, mais ainda.

Desenvolve a criatividade e aprimora várias soft skills.

Autoconhecimento pela escrita

Comunicação eficaz, escrita, empatia, colaboração, organização/planeamento, flexibilidade, pensamento criativo, capacidade de resolver problemas, relacionamento interpessoal, negociação e ética são as principais habilidades que o mercado de trabalho busca em seus colaboradores. 

São as tão faladas “soft skills”, competências que não necessariamente são desenvolvidas nas escolas, e que podem fazer toda a diferença na vida profissional. Aliás: na vida.

No Clube dos Contos, desenvolvemos todas essas habilidades de forma lúdica, construindo, linha após linha, uma percepção mais apurada das nossas potencialidades.

Vem fazer parte deste clube!

Como funciona

A cada mês é lançado o desafio: o que escrever.

No dia 1, irás receber as instruções para planear teu conto. Ao longo do mês, teremos lives no Instagram, disponíveis apenas para o meu grupo fechado de amigos. E no Telegram, um espaço aberto aos sócios para as eventuais dúvidas. 

Do fim do mês, em data marcada, nos encontraremos online para compartilharmos nossas histórias e recebermos feedback dos outros associados.

Curtiu a ideia? Fala comigo.

Vamos planear nosso conteúdo de Social Media? Vem comigo!

Desde 2010, eu sempre organizo o conteúdo dos meus clientes em calendários. Cheguei a antecipar 60 dias de conteúdo: haja criatividade para fazer 120 posts num só dia!

Enquanto isso, eu mantinha as minhas postagens no Instagram e no Facebook feitas em real time, sempre com foco no pessoal, com pouquíssimas dicas de trabalho. Shame on me!

Já estava mais do que na hora de mudar isso aí…

Bem, para marcar esta nova fase, fiz um Planner de Conteúdo (um arquivo pdf que podes usar no teu computador ou imprimir).

E durante a primeira quinzena de janeiro, estarei à disposição para conversar sobre o planeamento, elucidar tuas dúvidas e trocar ideias. 😉

Além dessas, o planner tem outras páginas para que tu mergulhes no teu conteúdo e possas organizar melhor tuas postagens.

Quer baixar o planner? Ele está completinho no próximo post 😉

Uma curiosidade

A Ginko Biloba que enfeita nosso planner é uma árvore considerada um fóssil vivo, na terra desde os tempos jurássicos! Conhecida por resistir à bomba de Hiroshima, é símbolo de longevidade, esperança, superação, paz e beleza.

Além disso, há uma divertida superstição: se tu conseguires apanhar uma folha de Ginko Biloba a cair da árvore, ainda no ar, sem ter tocado o chão, terás prosperidade para a vida toda! <3

Beijinhos grandes e bom 2021!

Olha ao teu redor: observa!⠀⠀

O que vês?

Quais os sons, os cheiros, os rostos, as construções… qual a cor predominante?

Agora, fecha os olhos e recria essa cena na tua mente.

O qual próxima ela é do real? O que tem de diferente?

Esse pode ser um exercício lúdico para despertar o teu poder de observação.

🔸 Que tal experimenta-lo por uma semana e contar-me o resultado?

Como contar histórias?

🔺 Contar uma história é como costurar palavras, alinhavar fatos, ideias, conceitos – um ponto depois do outro!
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1) Sê simples e direto.
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2) Prefere tu as frases curtas.
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3) Preocupa-te em construir algo com começo, meio e fim.
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4) Atenção à clareza! Pergunta-te: o que Eu quero dizer, afinal?

🔺 Lê mais histórias!

Quando lemos, nos transportamos para outros mundos. Instigamos nossa imaginação para reconstruir as cenas lidas, ampliamos nosso repertório de palavras, “experimentamos” (ainda que de leve!) as mesmas sensações dos personagens, exercitamos a empatia. Uau! Só temos a ganhar. Quando terminamos a leitura de um livro, somos outra pessoa.
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Use isso a teu favor. E diverte-te no processo!

🔺 Ouve mais histórias!

Todos os dias, muitas pessoas passam por nós – às vezes, dizem apenas um olá, um bom dia… noutras, compartilham connosco fragmentos de histórias, pedacinhos de suas vidas. Ao prestarmos atenção no que elas dizem-nos, aprendemos mais, cultivamos a empatia, alegramos o dia do outro.
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Sê generoso: ouve mais!

Ui, deu branco.

🗒 A página está ali, limpinha, a esperar qualquer coisa… ou pior: o ecrã a piscar aquela luz fria.

E então, a pessoa vê-se tramada! 😬

🙌 Guarda está dica para a próxima vez em que isso acontecer: não fique sentada na frente do computador, com aquela cara de interrogação, sem noção do que escrever, como e por onde começar, ou a esperar uma centelha de inspiração. Sai já daí!

Vai tomar um duche.
Dá uma caminhada.
Pega um café.

Faz uma pausa e não te cobres tanto. Acontece!

Daqui a pouco, uma ideia surge.

E tu, tens alguma dica para acabar com a “maldição da folha em branco”?

Expressa-te e sê verdadeiro.

Cada um de nós tem um jeito diferente de se expressar.

Criatividade pode ser entendida* como a produção de uma novidade por meio de elementos já existentes…

Ou como um processo de crescimento, devir, mudança.

A primeira definição postula o mundo como um conjunto de partes distintas; o segundo, como um movimento ou fluxo contínuo.

* Belíssima definição dos antropólogos Elizabeth Hallan e Tim Ingold, em Creativity and Cultural Improvisation.

🌊 Eu escolho o fluxo contínuo… e tu? 😉