acesa
Foi no programa da Fernanda Young que redescobri a eterna Alcione. Continue lendo “acesa”
Foi uma mentira?
Tem histórias que, quando terminam, deixam um gosto de… mentirinha.
Parece que inventamos aqueles personagens, as cenas, os cenários.
Tudo tinha uma cor diferente. Continue lendo “Foi uma mentira?”
Procura-se
Assuntos interessantes, fatos instigantes.
Prometo que volto logo… reinventada do que um dia eu fui.
Não exatamente igual, mas adaptada, renovada, remodelada enfim.
Ah! A bela foto é de Jenny W.
Agora
Lendo Catherine M, me deparo com a frase: “6 meses sem pensar nele. Achei que não fosse possível”. Continue lendo “Agora”
Meu erro
Mais uma vez vejo com clareza o meu erro
É, eu errei, confesso
No peito, o peso do engano
Na garganta seca
As palavras que nunca direi
Mas, como conseqüência do devaneio
A renovação se faz
E traz a quietude de depois da chuva
O silêncio que acalma
Se instalou em mim
Percepções
Tão claras quanto o dia
E a certeza de que
Não foi a última vez
Porque o erro foi a entrega
E disso, eu não abro mão
Todo mundo precisa
Tic, tac
O tempo é mesmo uma coisa engraçada, né?
Quando a gente quer que ele passe, o bendito se arrasta.
Mas se é para desacelerar e curtir cada minuto, o danado corre feito faísca.
Sem retoques
Último dia na Torre de Marfim. Da janela lacrada o 37º andar, fotografo o fim o dia. Lindo, não?
A Última Tentação
Gente, a batata era Ruffles, mas o hot dog estava INCRÍVEL. E não vou nem comentar a respeito do Shake… Só digo uma coisa: excelente pedida junk para a última refeição trash. Concordam?
Joe!
Sobre os Homens
Homens enquanto parceiros, namorados, amantes, maridos e afins. E de quebra sobre as mulheres…
Sabe quando um assunto anda meio longe de você, que é preciso até parar para pensar? Pois então. O assunto é HOMEM. [Aproveito o Dia Internacional do Homem para postar este naco de teoria] Vale reforçar que me refiro ao tipo macho da espécie e de preferência dos heterossexuais, por razões óbvias [assim eu os prefiro! Okay?].
Tenho visto amigas reclamando dos homens. Mais precisamente da falta deles no mercado. E vejo homens reclamando das mulheres – do grude de carentes que se jogam e já se-acreditam-noivas-na-porta-da-igreja.
Tenho amigas que preferem os comprometidos. Acreditam tanto que os melhores espécimes já têm donas, que saem à caça de namorados e maridos desgarrados. Por mais que um solteiro incrível esteja ao lado, o olhar comprido e lânguido e cobiçador insiste em focar amores impossíveis.
Outras, por mais que desfilem diante de seus olhos os mais variados tipos masculinos, juram que homem é ilusão de ótica. Não existem, a não ser em Marte, talvez.
Vale lembrar que esses dois tipos são extremos quase opostos, e que se replicam mundo afora…
Abro aqui um parêntese para explicar: estive “fora do mercado” por quase três anos [opção mesmo!]. Em 2005, minha gravidez pôs fim num namoro falido. Meu príncipe-herdeiro nasceu e tomou conta dos meus dias. Feliz, o amamentei por quase um ano inteiro. Ensaiei então uns namoros. Nada sério para constar nos livros. No início de 2008 tive um curto relacionamento. Voltei, sem muitas ânsias, a olhar com cobiça os vários tipos de homens. [Hum, já disse que prefiro os fortes, altos – bem altos, carecas e tatuados?]. Fecho parêntese.
Tudo isso para dizer que estou com 37-quase-QUARENTA-anos, solteira, sozinha e feliz. Não me vejo desesperada, mal-resolvida ou qualquer outra [des]qualificação que usam por aí para balzaquianas e afins sem um macho de respeito à tira-colo. Também acredito que antes só do que mal acompanhada. Mas isso não significa que só existam homens cafajestes, infantis, com paúra de comprometimento. Homens tão frágeis que mal agüentam uma ligação amorosa saudável. Não. Não estou sozinha por só me deparar com esses tipos. Minha solteirice é uma escolha consciente e necessária para que eu me reencontre como mulher. Para que eu me redescubra e possa me mostrar inteira. Pronta para construir o que for. Uma nova história, enfim. [antes que me perguntem: NÃO descartei beijos na boca e toda aquela variedade deliciosa de toques e trocas de fluidos! Isso sempre será muito bem-vindo na minha vida. Amém.]
Nesse intervalo, tenho observado bastante. Vejo relações fortalecidas, casamentos revalidados diariamente, amores ganhando festas e casa nova. Mas tenho acompanhado um lado decadente e sofrido. Vejo mulheres poderosas em frangalhos, se destruindo cada vez mais por não ter um apêndice masculino. Sim, porque o tipo de namorado/marido que elas querem é mais um prolongamento de um órgão interno do que uma outra pessoa independente e distinta… e o pior é que elas não percebem esse querer torto.
Eu não sou porta-voz de um gênero, nem de uma geração. Não tenho o direito de falar por outras mulheres, mesmo pelas mais íntimas amigas. Falo por mim quando digo que não vou comprar esse tipo de vida-feliz-de-comercial-de-margarina. Papai e mamãe só como posição sexual. E uma vez ou outra, tá?! Sou independente. Ganho e gasto o meu dinheiro. Sou inteligente. Gosto, e muito, de sexo. Mas não me venha com essa de que eu tenho que ter alguém na minha vida para eu ser feliz de verdade. Não me pressione para eu escolher um item na prateleira – só se for um rabitt. Também não sou um desses exemplares-bonequinha para desfilar em jantares de negócios, feiras de automóveis ou clubes no fim-de-semana. Não me coisifique, por favor.
Quero relacionamentos duráveis: amigos de uma vida inteira e amores para sempre. E que este sempre dure o tempo exato que tiver que durar. Quero investir tempo e afeto para construir um nós que terá regras próprias e o nosso molde. E que não se encaixará, podado, em limites impostos por ninguém… porque a minha vida é do tamanho do meu querer: ENORME.
Dentro de mim
Quase lá…
Aquela decisão de fazer um post por dia agora se parece muito com a outra de malhar… na segunda eu começo. Um fiasco!
Tenho trabalhado tanto, que mal tenho tempo de ser eu mesma. Sei que isso pode soar como uma desculpa velha e gasta, mas é verdade… Entre um texto e outro, antes do cérebro virar uva-passa de tão seco, descubro cantinhos nessa internet-de-meu-deus que são verdadeiros oásis virtuais, onde me reabasteço pra continuar na batalha.
Essa eu vi há pouco. Fiz uma pausa SÓ pra postar. Saca isso:
Meu velho All Star
Parte da minha vida
Era uma vez, o engano
Ela se conhecia. Afinal, tantos anos de vida, de relacionamentos e de terapia a fizeram uma pessoa ciente e melhor. Estava centrada, conhecia suas fraquezas. E sabia compensá-las como ninguém.
Ela viu o rapaz na internet, pela primeira vez, numa janelinha on line de um site de relacionamentos. Sabe-se lá porque deixou passar. Mas o destino estava do seu lado. Ou ela assim pensou. Volta e meia desse mundão, lá estava o digníssimo, sorridente, contando a vida num blog qualquer. Conectado, o rapaz também estava no Orkut, Multiply, Hi5, Sônico, Facebook. Sempre um amigo em comum ligava os dois. Flechada, ela se apaixonou pela idéia que fez do homem perfeito. Foram anos brincando de gato e rato. Espiava, sorrateira, o perfil dele, e acompanhava de longe a vida que seguia. Até que se encheu de coragem e se mostrou, finalmente.
Escolheu seu melhor ângulo. Descreveu-se em palavras milimetricamente estudadas. Corrigiu vírgulas, refez parágrafos, calculou o impacto da missiva, e só então disparou o e-mail capaz de capturar a atenção de qualquer incauto. E ele fisgou a isca.
…
Entre o estranho e o encanto, quase não tinha espaço. Ele resolveu dar uma chance para os dois, e conhecer aquela que parecia ser seu futuro possível. Acreditou na história pronta que lhe era entregue embrulhada para presente, em rico papel e laço de cetim. Tudo era tão mágico, que fechou os olhos para o que realmente importava. O seu sentimento.
Ele tentou alcançar os anos de paixão que ela lhe devotara. Acelerou as coisas. Ignorou sinais. Avançou o quanto pode. Mas, reconhecendo faltar algo, depois de uma curva, pegou o desvio e saiu da estrada.
Ele a chamava de princesa. A sua princesa-encantada. Porque, no fundo, era tudo que mais queria. Ele, afinal, quis acreditar no conto de fadas.
Quando ele se despediu, quebrou o cristal, desfez o encantamento. Ela, a moça, não acreditava estar enganada. Reviu tudo o que fez para conquistar o coração do amado. Todas as diferenças aparecem – juntas – na mesma hora.
Ela negou o óbvio, focou apenas o que queria ver. E despejou todas as culpas no outro. De repente, todos os defeitos do rapaz saltaram a olhos vistos. Como pude?, se perguntou. E todas as feridas que o rapaz lhe causou abriram a sangrar. Percebeu então o quanto tinha sido infeliz, sofrida. Da sua torre, a moça optou pelo desprezo vazio. Era assim que superaria o desencanto.
…
O engano está nas entrelinhas, a espreitar. Minhas ações podem ser lidas a seu bel prazer. Mas, cuidado, gentil leitor. Eu o tratarei na mesma moeda.
Ela
Ela já não sabia o que queria. Estava perdida em um mundo de possibilidades. Tudo o que esperava era o que chamava de vida normal. Mas isso também já não era possível.
Ela viveu no limite. Apaixonou-se pelo gosto doce, levemente ácido, de quebrar regras. Aquele era um caminho sem volta. Não foi ela mesma quem formulou a louca teoria de que as mulheres têm seus limites plásticos – e não elásticos?! Pois então… uma vez distendido, não retornaria ao ponto de partida.
Ela precisava se reinventar. Era o que faltava. Estava próxima demais daquele turn-point, o momento alavanca, pronta para saltar para a nova realidade que a aguardava, inquieta, do outro lado. Mas, por que a inércia?
Ela sabia o que deixaria para trás. Só não sabia que já estava pronta para abrir mão do passado. É hora de começar de novo. Recriar.
Ela suspeitava de que não haveria rede de proteção lá embaixo. Há tempos esse suporte tinha desfeito seus nós. Lá no fundo também sabia que não precisaria dele. A mão do outro lado era certa. Pois era ela mesma quem a esperava.
Whitesnake
Palhaça, eu?!

O D’Ale começou a brincadeira… virou mania (depois dá uma olhada aqui). Agora o neguinho faz fotos de todos os amigos com aquele mega blaster celular. O tema?! Palhaços.
‘ridi, pagliaccio,
sul tuo amore infranto!
ridi del duol, che t’avvelena il cor!’
Concordo quando ele diz – ria. E o mundo ri com vc…
















