Skinny Bitch

D.I.E.T.A. – ô palavrinha!

Durante a minha adolescência, isso nunca foi um problema. Eu era magra. Aí comecei a ganhar uns quilinhos. E a balança virou uma inimiga declarada. As roupas mostravam a sanfona que eu tinha me tornado.
Assim foram os anos da minha juventude – áureos tempos! Sempre disse que aos 30 anos eu não deveria explicações pra ninguém. Bem como não mais importaria se gorda ou magra. Aos 30, me ocuparia da saúde. Física e mental. Incrível. Mas, aos 30, comecei a emagrecer. Sem dietas, dramas ou exageros. Do manequim 44, caí pro 36. Entrei em roupas que jamais imaginei usar. E adorei. Fiz as pazes com a balança, que passei a consultar semanalmente. Era uma uma lembrança da vitória que há tempos desejava.
João mudou a minha vida – de uma maneira boa, outra nem tanto. Com a felicidade de ser mãe, veio também o sobrepeso. Exibi minha barriga com tanto orgulho, que hoje ela não quer me largar!!!
Uma nova consciência é preciso. Radicalizar sim. Mas sem perder o foco. Saúde física e mental, num corpitcho magrelo, gostoso, com curvas e carninhas suculentas pra apertar. Quem gosta de osso é cachorro. E de cachorra, basta eu. I’ll be the skinny bitch. [num bom sentido, se é que vocês me entendem].

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